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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O QUE TODO EMPREENDEDOR DEVE SABER SOBRE COMUNICAÇÃO E MARCA

A grande maioria das empresas, principalmente nos seus primeiros anos de crescimento, não olha com a atenção que deveria para a comunicação e identidade de marca do negócio. Ana Couto, mentora Endeavor, empreendedora e designer, conta que mesmo o Brasil sendo a nona economia global, não temos nenhuma empresa no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
O tema é tão relevante que virou pauta de uma mentoria para os empreendedores que fazem parte do programa Braskem Labs 2016.
Por mais de uma hora, Ana compartilhou seus conhecimentos e colocou os empreendedores para pensar fora da sua zona de conforto. De tudo que ela falou, alguns pontos se destacaram:
Marketing: a ponta do iceberg
Muito se ouve sobre o tão famoso marketing. Alguns acham que ele faz até milagres, mas a verdade é que se você não tiver uma marca que represente verdadeiramente a sua empresa, você tem grandes chances de morrer na praia junto com a sua ideia. E por que a marca é tão importante para uma empresa?

Simples: ela é responsável pela percepção de valor de longo prazo do seu negócio. Seus produtos e serviços podem sofrer modificações e até mesmo um reposicionamento no mercado, mas sua marca deve ser sólida. Vamos pensar na Apple.
Lá atrás, a Apple nada mais era do que uma empresa que vendia computadores para designers gráficos. Eles tinham uma proposta de valor clara, mas, com os anos, Steve Jobs percebeu que tinha um mercado muito maior a ser explorado e decidiu trabalhar seu posicionamento de uma forma um pouco diferente.
Desde então, a Apple começou a fazer diversos produtos, mas a sua proposta de valor mudou pouco. O que mudou de fato foi o seu posicionamento ao se aventurar em outros mercados, mas sempre de forma consistente.
Nesse processo, a marca foi o fio condutor para que a Apple não deixasse de trazer a proposta de valor de sempre, de quando era uma empresa de computadores para designers. As cores, o design, todo o lado intangível da empresa continuou o mesmo, sendo como um fio condutor do seu propósito e proposta de valor.
Os 4 pilares para construir uma marca
Uma das dúvidas que os empreendedores levantaram foi a dificuldade em se construir uma marca forte o bastante que sobreviva a esse mercado tão feroz. Ana conta que para uma marca ser bem consolidada, a empresa precisa pensar em 4 pilares:

1. Diferenciação: o que eu faço que ninguém mais faz (proposta de valor);
2. Relevância: o quanto o meu produto ou serviço são relevantes para as pessoas. É isso que faz com que a empresa evolua constantemente;
3. Propriedade: o que compõe o universo da marca, como seu perfil, cores, tipografia, etc;
4. Consistência: o quão sólida sua marca é. Lembre-se: não é a sua marca que muda o tempo o todo, o que se adapta é o modelo de negócio.
Muitos empreendedores também fazem confusão quando falamos em marca, negócio e comunicação. Esses termos são estratégias diferentes que uma empresa pode utilizar. Para você não se confundir, aqui vão as explicações:
#Marca: é aquilo que vai puxar sua visão de valor a longo prazo. É aquilo que você constrói e que dura;
#Negócio: estratégia do seu produto. Ou seja, como você pode surpreender seus clientes, realizar a promoção da empresa etc
#Comunicação: o que faz sua empresa ser conhecida. Ela tem que reforçar seu diferencial, ou seja, sua marca.
Qual o valor da sua marca?
Qualidade é um dos primeiros adjetivos que vem a sua cabeça você quando pensa na Nike? Agora, pare e tente puxar na sua memória outra marca que te faça pensar logo de cara no mesmo adjetivo. Difícil, não é? Isso acontece porque a Nike construiu sua proposta de valor de forma tão clara que quando pensamos em outras marcas a única coisa que vem em nossas mentes é que elas são empresas que vendem tênis.

Para que a sua marca seja a próxima Nike, o primeiro passo é construir uma “plataforma”. Essa plataforma é como um código genético da sua empresa, você pode pensar nela em 3 dimensões:
I. Proposta de valor
A proposta de valor nada mais é do que sua essência. A da Coca-Cola são “momentos felizes”, da Apple é o desafio do status quo. E a da sua empresa, qual seria? Vale lembrar que essa construção é algo eterno que não acaba de um dia para o outro. Nessa hora você também define os pilares racionais e emocionais que quer trabalhar na sua marca. Em resumo, isso é seu DNA, é como a marca nasceu e quer ser vista.

II. Posicionamento
É nessa camada que você pensa no seu público-alvo, quem são as referências do setor, o que eles estão fazendo e por aí vai. Depois de ter todos esses dados, é hora de definir seu diferencial e sprint ou, em outras palavras, o que faz da sua empresa única.

Em alguns casos, esse posicionamento de marca pode ser de médio prazo. Tudo isso vai ser ditado pelo mercado que seu negócio está inserido, já que o posicionamento serve para te colocar ao lado dos seus concorrentes. Se você atua no setor de tecnologia, por exemplo, seu diferencial pode ser revisado a cada 2 anos. Lembrando que ele sempre deve estar ligado à sua proposta de valor.
III. Propósito
O que sua empresa constrói para um mundo melhor? Aqui, podemos analisar 3 ondas que moldaram muitas empresas ao longo dos anos. A primeira era focada em surpreender e criar awareness da marca. Durante a segunda, o cenário já tinha mudado um pouco e as marcas queriam construir relevância para o mundo, apelando para conexões emocionais e valor.

A terceira onda é a que vivemos atualmente, dentro da qual as marcas têm um propósito forte e definido, com uma comunicação que quer engajar pessoas e criar um ecossistema.
Em resumo, para criar valor você precisa saber para onde ir. Sua marca tem que ser maior que o seu negócio, você, como empreendedor, tem que fazê-la muito maior. Uma boa forma de conseguir esse posicionamento pode ser por meio das redes sociais ou até mesmo embaixadores da marca.
Quem são as pessoas que melhor representam a sua marca? Comunicação e marketing podem fazer toda a diferença para a sua empresa, já pensou se daqui uns anos você é a nova Nike ou Coca-Cola? Bem, tudo vai depender de como você olha para a sua marca hoje!
Fonte: Endeavor

quarta-feira, 18 de maio de 2016

O que é MBA ?

MBA é uma sigla inglesa para Master in Business Administration que em português significa Mestre em Administração de Negócios. MBA é um curso de formação de executivos na área de administração, estudando matérias de finançascontabilidaderecursos humanosmarketing entre outras...


O MBA tem um grau de mestrado, mas no Brasil não é reconhecido desta forma. Aqui ele é enquadrado como uma especialização, e apenas isto. O título de Mestre reconhecido no Brasil tem de ser feito em escolas renomadas do Exterior, onde ainda faz mais diferença, além do estudante ganhar maior experiência participando de outras culturas.
Para fazer um MBA, é necessário que o candidato seja um profissional que já tenha uma certa experiência de mercado, há pelo menos três anos, ter fluência em inglês, principalmente se vai cursar fora do Brasil, e fazendo uma entrevista e entregando seu currículo demonstrar que está apto para ser selecionado e estudar muito. Neste curso o profissional vai aprender como administrar uma empresa, que poderá ser seu negocio próprio ou trabalhar em um grande grupo.
O MBA é um curso oneroso, e varia de acordo com a matéria escolhida, a escola, a duração e a qualidade do mesmo. Se for um curso fora do Brasil, e for realizado em uma escola renomada pode chegar a aproximadamente US$ 120 mil. Mas este valor certamente se diluirá com o passar do tempo, de acordo com as possibilidades de trabalho que o mercado oferece.

sábado, 14 de maio de 2016

20 IDEIAS DE NEGÓCIOS PARA ABRIR EM CASA

Abrir um negócio em casa é o sonho de muitos brasileiros. Neste ano, o governo autorizou que os MEIs possam instalar suas empresas na residência, o que diminui custos e melhora a rentabilidade.

Antes de começar a trabalhar de pantufas, no entanto, é importante verificar se seu município permite a instalação do negócio no endereço escolhido. Além disso, é importante ter um espaço dedicado ao “escritório” e evitar que as distrações familiares afetem sua produtividade.
Confira abaixo uma seleção de negócios para abrir em casa:
1. Tutor de informática
Pode parecer que com o maior número de computadores, as pessoas estariam mais acostumadas com todas as possibilidades e utilidades dessas máquinas. Mas a verdade é que novos programas crescem na mesma medida e muitos usuários não conseguem acompanhar com a mesma velocidade. Tornar-se um tutor particular, trazendo “macetes”, segredos, facilidades de usar da melhor forma um computador pode ser uma boa fonte de renda. Criar pacotes com sugestões de programas ideais para, por exemplo, empresários, professores ou médicos, pode ser uma forma de se diferenciar.
2. Técnico de informática
Se você já tem uma formação na área, pode começar como um empreendedor individual atendendo como técnico na própria casa das pessoas. Para se diferenciar, seja profissional, crie um cartão de visitas, site ou forma para as pessoas te conhecerem e contatarem facilmente. O atendimento também será algo que facilitará uma boa divulgação boca a boca.
3. Diagramação e design
Se sua especialidade é diagramar publicações como panfletos, cartões de visita, revistas ou até mesmo criar logos e outros desenhos, essa pode ser uma boa opção. Fazer alguns trabalhos freelancer pode ser o primeiro passo para você criar sua própria agência e trazer novos parceiros. Manter prazos, boas habilidade com comunicação e criatividade são pontos importantes.
4. Marketing digital
Trabalhar com mídias sociais e produção de conteúdo para marcas é outra opção para quem quer começar sozinho para, quem sabe, se expandir para uma empresa do setor. Entender sobre esses assuntos, claro, é essencial, assim como ter bons conhecimentos de comunicação e excelente domínio língua portuguesa. Lembre-se de fazer e manter o maior número de contatos possíveis para trazer bons parceiros na hora de dar o passo para se tornar um empreendimento maior.
5. Webdesigner e programador
Quase nenhuma empresa vive sem um site e muitas não têm um capital grande suficiente para pagar grandes nomes do setor para realizar o serviço. Comece conquistando esses clientes e fazendo sua marca se tornar conhecida. Sempre ofereça criatividade e modernidade. Não é só porque você é uma empresa de uma pessoa que você vai oferecer como produto final algo padronizado ou um site com cara de anos 1990.
6. Decoradora de bolos
É um nicho de mercado que cresce a cada dia. Muitas confeiteiras têm se especializado na decoração de bolos, com detalhes cada vez mais sofisticados. Várias delas trabalham como prestadoras de serviço para famosas boleiras ou redes de confeitaria ou ainda de forma autônoma.
7. Fabricação de comida congelada
Outro segmento que só cresce, o de refeições ou quitutes congelados é um bom começo para quem tem talentos culinários e quer iniciar um negócio em casa. Pode ser uma receita de família ou aquele pão de queijo que só você sabe fazer, o importante é dar o primeiro passo escolhendo um produto e checando sua possibilidade de congelamento.
8. Fabricante de geleias ou pimentas em conserva
Fabricação de geleias de frutas para revenda ou sob encomenda. O fator positivo da fabricação de geleias e compotas é que estes produtos contam com durabilidade maior. Higiene e apresentação do produto são fatores fundamentais neste negócio.
9. Dog walker (passeador de cães)
A ideia foi importada e está ganhando muitos adeptos aqui no Brasil. Os donos de cachorros que trabalham o dia todo contratam dog walkers para passear, alimentar e brincar todo dia com os animais. O serviço geralmente é cobrado por mês.
10. Confecção de velas, sabonetes e produtos aromáticos
O mercado para produtos aromáticos vai de vento em popa no Brasil. Hoje, é possível atuar a partir de uma pequena estrutura em casa e revender para lojas ou pela internet. Os produtos vão desde velas decorativas até lembrancinhas para maternidade (pequenos sabonetes).
11. Consultor para noivas
Profissionais com experiência neste segmento podem ajudar as noivas a fazerem as melhores escolhas para o grande dia, desde a escolha dos acessórios, lingerie, maquiagem, até o vestido.
12. Nutricionista
Elaborar cardápios, receitas e indicar dietas adequadas para seus pacientes faz parte da rotina de um nutricionista. Este profissional pode ser requisitado por pacientes, ser indicado por médicos, ou procurado também por empresas em busca de consultoria para seus refeitórios ou produtos alimentícios.
13. Redator de conteúdo (sites e redes sociais)
Saber se comunicar com seu público-alvo na web através de conteúdo atrativo é tarefa para os especialistas em criação de conteúdo. Este profissional deve saber escolher a melhor forma de expressão para seu cliente se comunicar através de sites e redes sociais. Ele pode trabalhar de forma autônoma e buscar seus póprios clientes (geralmente empresas) ou trabalhar para uma agência de conteúdo/comunicação. Domínio da língua portuguesa é fundamental.
14. Designer de joias/bijoux
O desenvolvimento e fabricação de peças de bijouteria é um negócio promissor e as criações podem ser vendidas pela internet, para conhecidos, lojas, noivas, etc.
15. Blogueiro
Se você é especialista em determinado assunto pode criar um site/blog sobre o tema e tornar-se um blogueiro. Os blogs mais acessados podem contar com anúncios pagos (de empresas anunciantes ou Google AdSense, por exemplo), posts patrocinados e outras formas de remuneração. Para isso, é preciso construir um público relevante e participativo, que gere movimento no seu site, fazendo com que ele apareça em boa colocação nos buscadores da internet sobre o assunto.
16. Agente de artistas
Para que possam realizar seu trabalho da melhor maneira possível, muitos artistas optam por contratar um agente para administrar seus negócios. Este profissional tem que lidar com contratações, contato com assessoria de imprensa e imprensa, aprovação de stylists, publicidade, etc., sempre de forma planejada, para favorecer seu cliente.
17. Secretária remota
Hoje, com a ajuda de recursos tecnológicos, é possível oferecer o serviço de secretária realizado a partir de casa. O serviço é muito requisitado por pequenas e médias empresas e profissionais autônomos e inclui desde a prospecção de novos clientes e agendamento de reuniões até a transferência de ligações (como se estivesse no mesmo local de quem a contratou).
18. Serviços de clipping
O clipping é um serviço muito requisitado por empresas que precisam de um acompanhamento da imprensa, seja para guardar todas as suas aparições ou para acompanhar o mercado. Este serviço pode ser realizado em casa a partir da assinatura dos principais jornais e revistas (ou segmentados de acordo com o cliente).
19. Proprietário de Bed&Breakfast
Se você mora em uma região próxima de pontos turísticos ou que seja de fácil locomoção pela cidade (região central), criar um bed&breakfast (cama e café da manhã, em inglês) na sua casa é uma boa opção de negócio. O necessário, em um primeiro momento, é disponibilizar um quarto (ou mais), banheiro e café da manhã para seu hóspede. E, claro, divulgar seu serviço na internet e outros meios.
20. Agente de viagens
Organização e compra de roteiros de viagem, indicando a melhor opção de turismo para o seu cliente. O serviço pode ser realizado de forma autônoma ou como representante de uma empresa do setor.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

6 sinais de que você NÃO está pronto para abrir um negócio

A razão para o fracasso de uma empresa, muitas vezes, é quem a comanda. Saiba que comportamentos mudar para conquistar o sucesso

Kevin Daum, colunista, do site da revista "Inc." compilou uma série de sinais de que você não está pronto para prosperar como empreendedor.

Naturalmente, nenhum deles é irreversível. Basta corrigir os pontos negativos. Confira:
1. Você liga muito para o sentimento dos outros
Na opinião de Daum, empreendedores como Steve Jobs, da Apple, Jeff Bezos, da Amazon, e Bill Gates, da Microsoft têm algo em comum: eles são modelos do mundo corporativo, mas são odiados por muitos de seus funcionários. O colunista afirma que empreendedores bem-sucedidos devem pensar apenas na saúde de sua empresa, mesmo que possam ferir os sentimentos de alguém ou prejudicar outros negócios. Além disso, o mesmo objetivo faz com que, como um chefe, você precise ser duro com seus comandados. A dica é ser a melhor pessoa sempre que possível, mas não fazê-lo quando seu negócio for ameaçado.
2. A riqueza é seu objetivo principal
Apesar de o empreendedorismo ser um caminho rumo a um saldo bancário polpudo, é difícil conquistar ao sucesso pensando apenas na grana. É importante escolher uma área em que você gosta de atuar. Ao pensar só no dinheiro, você não vai dar a devida atenção ao desenvolvimento de um produto ou serviço de qualidade e nem à satisfação dos seus clientes. É claro que você deve pensar em lucrar bastante, mas há muitos outros fatores envolvidos, de acordo com Daum.
3. Você não lida bem com maus momentos
São muitas as conjunções que levam uma empresa ao sucesso. Até que tudo se alinhe, você vai passar por maus bocados. Pode faltar dinheiro, você pode ter problemas ao montar sua equipe e seus produtos ou serviços podem precisar de ajustes, dentre inúmeros obstáculos. Se você não souber lidar com tudo isso, ficar nervoso e “dar chilique”, talvez seja melhor procurar algo mais estável para fazer, segundo o colunista.
4. Você acredita em revoluções
Daum sugere que tentemos listar cinco empresas que, ao surgir, revolucionaram o mercado em que estavam inseridas. Já antecipamos o resultado: você provavelmente vai se lembrar de umas três. No entanto, há muito mais que três bilionários no mundo, e eles nem sempre atuam em negócios disruptivos. Warren Buffett, o terceiro homem mais ricos do mundo, investe em produtos simplórios como o ketchup. A maior parte dos empreendedores de sucesso segue dois caminhos: o primeiro é apostar em um mercado já consolidado, mas fazendo melhor que a concorrência e o segundo é oferecer algo novo, mas usando tecnologias já existentes.
5. Você quer ser o Zuckerberg
Ou Jobs, ou Gates. Em outras palavras, você também quer ser famoso. Só que você não precisa ser conhecido para ser bem rico. Por exemplo, você não deve conhecer Gina Rinehart. No entanto, ela é a 94ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna de US$ 12,4 bilhões, segundo a revista “Forbes”. Você não precisa aparecer na TV para ter dinheiro.
6. Você quer ter uma vida mansa
Muita gente acha que trabalha mais que o chefe e abre um negócio para ter uma vida mansa. Esta é uma das maiores ilusões do mundo dos negócios. Para que sua empresa decole, você vai ter que trabalhar ainda mais. Não há mais salários. Ao contrário, você tem que pagar o salário dos seus colaboradores e, se preciso, ficar com os bolsos vazios. Serão noites em claro. Várias delas. Por isso, de acordo com Daum, só há um caminho para quem quer ter uma vida mansa: ganhar na loteria.