quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Seja um Administrador sem medo de Inovar

As tecnologias vêm transformando os mais diversos cenários na área administrativa, desde as menores empresas até as maiores, alterando a rotina das mais tradicionais. As etapas que fundam o sucesso do empreendimento estão na própria capacidade dos seus administradores. Preparar-se para o campo profissional não é colecionar troféus, mas manter um conjunto de atributos eficazes na prática cotidiana do trabalho.
Muitos administradores veem a mudança como uma atitude negativa e resistem a elas por medo, insegurança ou comodismo, prejudicando a si mesmo e a empresa em que trabalham.
Há alguns anos, a versatilidade vem sendo uma carta na manga de muitos profissionais e, por isso, acompanhar as transformações no mundo e incorporá-las nos negócios é uma prática constante para inovar em um nicho de mercado ou expandir o negócio para outros setores.
Se você sente que precisa inovar em sua empresa, ou deseja partir para um novo negócio, então não perca a chance de aprimorar seu conhecimento com cursos na área de Administração oferecidos pela Prime Cursos, que é referência no ensino a distância.
Como sabemos, o sucesso de uma empresa depende da dedicação e da determinação do seu gestor, e com a Prime Cursos você pode estudar o melhor conteúdo online utilizando apenas um computador com acesso à internet.
A área da Administração é uma das mais requisitadas pelos alunos. Nela você encontra os cursos de: Assistente Administrativo, Programa 5S, Comércio Exterior, Gestão da Qualidade, Administração de condomínios, Administração em Enfermagem, Noções de Relações Internacionais, Noções de Logística, Empreendedorismo, Gestão de Projetos, Administração do Tempo, Administração de Vendas, Adm. De Recursos Materiais e Patrimoniais, Arquivologia, Administração de Recursos Humanos e Administração de Empresas. Além de cursos nas áreas de Contabilidade e Finanças.
A inscrição e as lições dos cursos são gratuitas, e você ainda tem a opção de solicitar o certificado de conclusão, que é válido em todo o país. O certificado valida as horas extracurriculares exigidas pelo ensino superior, além de atualizar e qualificar na área de interesse.
Desde 2008, quando a Prime Cursos foi fundada, o seu objetivo principal é propagar a educação de maneira que atinja todas as pessoas de diferentes idades, com uma linguagem de fácil entendimento.
E agora com a novidade do aplicativo, o conteúdo da Prime é disponibilizado em qualquer smartphone, ampliando ainda mais o alcance do ensino. Inove você também com a Prime Cursos e faça parte dos mais de 2 milhões de alunos beneficiados por este projeto.
FONTE: sobreadministração.com

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O PERFIL DO CONTABILISTA NO SÉCULO XXI

A presença do contabilista é cada vez mais imprescindível para a sociedade e para as organizações, sejam elas de finalidade lucrativa ou não. 

A principal característica desta profissão, no século XXI, será o conhecimento aplicado. Não menos importante, é que o contabilista precisa ser um profissional flexível, autodidata e preparado para enfrentar desafios de uma profissão na qual a competição e exigências crescem a cada dia. 

Sua função, neste século, pode ser considerada a de um gestor de informações. Seu conhecimento deve ser amplo, compreendendo as normas internacionais de contabilidade, legislação fiscal, comercial e correlatas. 

Outras habilidades imprescindíveis são: capacidade de se expressar de forma clara e sintética, ótima redação, domínio de recursos de informática (planilhas, textos, internet) e conhecimentos de estatística. 

O contabilista precisa conhecer e utilizar-se de relações humanas, além de técnicas de administração. Não pode ficar alheio ao mundo que o cerca, e precisará ler continuamente, tornando-se um autodidata por excelência. Precisa ser ético, ter capacidade de inovar e criar, desenvolvendo também sua capacidade de adaptação - pois mudanças fazem parte do cenário empresarial e corporativo. 

A área de atuação do profissional contábil é bastante ampla, oferecendo inúmeras alternativas de trabalho. Dentre algumas áreas, além da tradicional atuação na prática de escrituração contábil, destacam-se: 

1. Perícia Contábil - apuração de haveres, lucros cessantes, impugnações fiscais e avaliação de patrimônio líquido. 

2. Auditoria: exame e emissão de pareceres sobre demonstrações financeiras, controles internos e gestão. 

3. Fiscal: fiscalização de contribuintes ou de contas de entes públicos. 

4. Gestão de Empresas – administração de finanças, custos e fluxo de caixa e empreendimentos de qualquer porte. 

5. Gestão Pública – atuação em áreas de planejamento, finanças, administração e contabilidade pública. 

6. Atuarial - área estatística ligada a problemas relacionados com a teoria e o cálculo de seguros. 

7. Consultoria – aos 3 setores da sociedade (iniciativa privada, governos e ONG´s). 

8. Ensino – atuação em dezenas de disciplinas como Contabilidade Rural, Contabilidade de Custos ou Orçamento Público. 

Em resumo: o contabilista do século XXI é um profissional multidisciplinar e sua profissão caracteriza-se pela modernidade e variedade em campos de atuação. ZANLUCA, Júlio César. 

O PERFIL DO CONTABILISTA NO SÉCULO XXI. Disponível em: http://www.portaldecontabilidade.com.br/noticias/perfil_contador.htm. Acesso em: 15 out. 2011.

sábado, 31 de outubro de 2015

Vale a pena ser Sustentável

Há dez anos, adotar práticas voltadas à preservação do meio ambiente era algo impensável para muitos empreendedores. Porém, a escassez de recursos naturais fez com que as empresas passassem a levar a sério questões ligadas à sustentabilidade. Hoje, o tema tem sido debatido em companhias de todos os portes e é possível encontrar soluções inteligentes sem aumentar as despesas e nem diminuir os lucros. Quem ainda insiste em ignorar a questão pode vir a ter problemas, já que a tendência é o surgimento de leis cada vez mais rigorosas.
Estudiosos são unânimes em dizer que a sustentabilidade veio para ficar. Como não há por onde fugir, que medidas devem ser tomadas pelas pequenas e médias empresas? O assunto é complexo e rende inúmeras discussões, mas algumas dicas bem simples podem ser o primeiro passo para tornar o seu negócio mais verde e consciente. Confira.
Substitua as lâmpadas:
Você sabia que trocar as lâmpadas convencionais pelas de baixo consumo energético pode diminuir em 45% os seus gastos com iluminação? Além disso, elas funcionam por mais tempo e emitem menos CO2 do que as lâmpadas incandescentes.
Dê preferência a fornecedores locais: 
A ação é benéfica porque incentiva o desenvolvimento de regiões fora dos grandes centros, o que dinamiza a economia local, e diminui os danos causados pelo transporte de cargas entre longas distâncias. É importante escolher fornecedores que também atendam a políticas de responsabilidade ambiental.
Opte por embalagens de materiais recicláveis:
Substitua as sacolas plásticas, que demoram 300 anos para se decompor, por eco bags, modelos reutilizáveis que podem ser adquiridos por consumidores e reaproveitados diversas vezes.
Crie o hábito de desligar equipamentos: 
Aparelhos ligados sem uso são responsáveis por cerca de 30% dos gastos das empresas com energia. Muitas vezes, ar condicionado, computador e luzes permanecem ligados por pura displicência.

Instrua os funcionários:

Conscientizar funcionários faz com que eles abracem as causas da empresa e incorporem atitudes menos predatórias mesmo quando não estão no ambiente de trabalho.
Monte um projeto de sustentabilidade:
O plano o ajudará a criar ações a curto e longo prazo, a verificar resultados e a ter novas ideias. Envolva toda a equipe e deixe um gestor responsável pelo cumprimento das metas estabelecidas.
E você, leitor, adota práticas sustentáveis? Quais? 
Envie pelo formulário ao lado suas dicas. Abraço.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

12 dicas para vender mais

Nada assombra mais o empreendedor do que o fantasma da desistência. O que faz com que, entre o primeiro e o segundo clique, o usuário decida que não vai mais comprar? Por que motivo o cliente abandona a loja depois de uma rápida olhada nos produtos? O que faz com que o consumidor desligue o telefone, antes mesmo de ser atendido pelo operador do call center? Em sua coluna no site da Fast Company, o consultor de vendas Don Peppers listou doze dicas para facilitar o processo de compra e fidelizar o cliente.
No site
1- Use procedimentos de navegação básicos, fáceis de seguir.
2- Coloque números de telefone para atendimento ao cliente em todas as páginas.
3- Insira links do tipo “Fale Conosco” em várias páginas diferentes; tenha o cuidado de mencionar quanto tempo vai demorar até o cliente receber uma resposta.

No call center
4- Tenha certeza de que as opções do menu de voz estão em sintonia com as opções mostradas no site.
5- Use menus curtos (até o número seis, no máximo), para não abusar da memória do cliente.
6- A qualquer momento, dê ao cliente a opção de clicar o número 0 e falar com um atendente

Nas campanhas por e-mail
7- Sempre inclua um número de telefone no texto do e-mail.
8- Dentro da mensagem, inclua links que levem diretamente para páginas do site relacionadas com o tema abordado.
9- Explique todas as alternativas para compra e atendimento.

Na loja física
10- Coloque à disposição dos clientes telefones em linha direta com uma Central de Atendimento
11- Crie postos de informação com serviços self-service, fáceis de usar
12- Disponibilize para os clientes monitores onde possam ver as ofertas do dia no site.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

6 maneiras de fazer o cliente dizer “SIM!”

Vender um produto ou serviço não é uma tarefa simples. Afinal, é preciso conquistar o consumidor. A maioria das pessoas é apaixonada por fazer compras. Mas, na hora em que os clientes descobrem o preço do produto ou serviço, muitos pensam se aquilo é mesmo necessário.  
A revista Inc listou seis técnicas para que os seus clientes digam sempre “SIM!”.
1. Demonstre simpatia
Os clientes são mais propensos a dizer “sim” se eles conhecem a pessoa que está tentando vender algo e gostam dela. É por isso que tantos comerciais de TV usar celebridades para participar de suas propagandas. Uma maneira de ser um vendedor simpático é mostrar um verdadeiro interesse nos seus clientes. Eles devem se sentir únicos e especiais. Uma dica é conhecer as características do freguês, sem parecer intransigente.
2. Conheça bem o que vende
As pessoas estarão mais propensas a comprar se o atendente demonstrar conhecimento especializado no assunto. Isso dará credibilidade ao vendedor. Há muitas maneiras de criar essa impressão. Uma delas é realmente tornar-se um especialista no seu ramo de atuação. Pesquise o assunto, teste os produtos e tente sentir as reais sensações de um consumidor.
3. Faça favores ao cliente
As pessoas se sentem obrigados a dizer “sim” para aqueles que um dia já lhe fizeram algum favor. No mundo dos negócios, uma maneira de fazer um favor é conseguir um novo cliente para o seu consumidor ou mesmo conceder-lhe tratamentos especiais como formas de pagamento e descontos. Mas é importante ressaltar que a criação de um senso de obrigação em retribuir um favor não deve ser explícita. O desejo sincero de ajudar (em vez de ser ajudado) é percebido pelos clientes, que, como consequência, respondem positivamente e se tornam fiéis ao negócio e ao vendedor.
4. O cliente precisa ter certeza do que está comprando
Os clientes dizem “sim” com mais frequência se o “sim” é consciente. Eles precisam reconhecer o que estão comprando e compreender que aquilo fará alguma diferença na sua vida ou na dos outros. A pessoa deve sentir que a compra possui alguma utilidade.
5. Mostre que outros clientes estão felizes ao comprar produtos da sua empresa
Os clientes são mais propensos a comprar quando sabem que outras pessoas – assim como eles – compraram determinado produto ou serviço e estão felizes com a aquisição do item. Por isso, é importante que o vendedor dê exemplos de clientes satisfeitos para que a compra seja realizada com maior rapidez.
6. Faça ofertas raras
A maioria dos clientes valoriza ofertas raras e únicas. Uma maneira de fazer isso é proporcionar ofertas por tempo limitado e ressaltar a data do término. Isso faz com que os clientes entendam que essa pode ser a sua última chance de realizar a compra de determinado produto ou serviço.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Não é fácil estar casado (a) com um empreendedor

A dentista Carla Sarni, fundadora da rede Sorridents, surpreendeu a plateia durante a quarta edição do Movimento Empreenda ao afirmar com ênfase: “Para ser empreendedor é preciso ter estômago.” A frase, que fala muito por si só, foi explicada com uma passagem da própria vida de Carla. Em um momento de dificuldade no fluxo de caixa da empresa, ela vendeu o apartamento em que morava com o marido e os dois filhos e mudou-se para um imóvel alugado.
Entre as caixas da mudança, ela viveu com a família em um apartamento menor do que o anterior até conseguir dinheiro para comprar um imóvel maior. “Eu sabia que ia trabalhar e conseguir o dinheiro para comprar um novo apartamento”, disse.
Carla Sarni e o marido Cleber Soares são parceiros de empreitada. Além de sócios na vida privada, os dois dividem a administração da Sorridents – uma rede de odontologia com foco na classe C com 140 clínicas em funcionamento de um total de mais de 180 clínicas franqueada.
Mas como fica esse equilíbrio quando um dos membros do casal não faz parte da sociedade? Não é fácil estar casada (o) com um empreendedor. As razões são bastante óbvias e a editora da revista INC., Meg Cadoux Hirshberg, me ajuda a listar algumas delas.
“Empreendedores entendem na teoria o valor restaurativo de temporadas de descanso, mas é muito difícil conseguir afastá-los por longos períodos dos seus negócios”, afirma. Meg é mulher de um empreendedor e entende do assunto. “A maior razão para que eles não consigam ficar longe do negócio por muito tempo é o medo de que a empresa não ande sem eles”, diz.
Se você é empregado em alguma companhia, certamente planeja com antecipação a hora de desfrutar os 30 dias de férias garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ao lado de um empreendedor, conseguir executar uma viagem a dois que coordene os calendários pode se tornar uma tarefa complexa.
Um grande motivo para isso é que a vida do empreendedor e do empreendimento estão profundamente ligadas nos primeiros anos de fundação de um negócio. É como se criador e criatura fossem uma coisa só. A capacidade de trabalho, a rede de relacionamentos, a personalidade e o background são algumas das forças que ajudam a impulsionar uma empresa nos primeiros anos de vida – e estão diretamente ligadas à presença do empreendedor.
Por isso mesmo, além de ficar difícil agendar férias convencionais, os limites  entre os momentos de folga e trabalho começam a se tornar cada vez mais tênues. O que parecia um convite para um programa a dois – um happy hour ou um jantar em um restaurante novo – pode se transformar em um pitch de apresentação do negócio. Basta que algum potencial cliente se apresente – e é melhor estar preparada (o) para complementar o discurso com algumas informações de mercado.
Além disso, prepare-se para arregaçar as mangas. Em tempos de startup, namoradas, namorados, maridos e esposas são contratados número um para trabalhar na linha de frente de um evento inesperado – carregando caixas ou atendendo o público. E é melhor fazer o serviço bem-feito, caso contrário corre-se o risco de receber um sermão do “chefe”.
Inesperadamente, você também pode ter a oportunidade de tornar-se sócio desse novo negócio. Conheço alguma dezena de mulheres e maridos que investiram parte das suas reservas – acumuladas durante anos de trabalho como empregados tradicionais – na empresa dos companheiros. É o que acontece quando algum evento inesperado fura o business plan, mas a vontade de continuar com o negócio é maior.
A boa notícia é que é um grande prazer estar ao lado de uma pessoa que trabalha com algo em que realmente acredita. E com o passar do tempo – e os anos mais difíceis de startup tendo ficados para trás – é também uma alegria ter participado da construção de uma marca ou um negócio de sucesso.
E você? Também tem um sócio no amor e nos negócios?
FONTE: Papo de empreendedor

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Como vencer a concorrência sem reduzir os preços da sua empresa

Seja qual for a sua área de atuação, a melhor maneira de se destacar no mercado é concorrer em valor, e não em preço: quem defende a teoria é Sandra Wear, fundadora das empresas The DocSpace Company e Atalum Wireless e colunista da Inc.

Para derrotar seus competidores sem precisar mexer nos preços, é necessário seguir três regras básicas:

1. Transforme seu público-alvo no seu melhor amigo. 

Para competir em valor, o primeiro passo é saber tudo sobre o seu público-alvo. Trate-o como seu fosse um amigo querido, sobre quem você quer ter todas as informações possíveis. Algumas perguntas podem ser úteis nesse processo. Para começar, quem é o seu público-alvo? Como ele vai usar seu produto ou serviço? Como ele decide o que comprar? O que pensa dos seus concorrentes? É fundamental responder essas questões, recorrendo a artigos, pesquisas, posts em redes sociais, relatórios, palestras, conversas com consultores etc. E depois analisar em detalhes todo esse material.

2. Crie uma proposta de valor que traga benefícios para o cliente, e faça dela a sua missão.

Não se trata de colocar uma placa na parede, com metas vagas e genéricas. A proposta de valor deve ser algo muito específico, que cole no seu produto e traga benefícios concretos para os clientes. Todos na sua organização devem conhecer a proposta de valor e se guiar por ela. A proposta precisa ser comunicada de maneira consistente em tudo que sua companhia faz, desde o material de marketing até a publicidade, passando pela fala de seus executivos. Só assim você construirá uma marca forte – e vendável.

3. Entregue o que prometeu, custe o que custar. 

Cheque com os consumidores se a promessa está sendo cumprida. A sua proposta de valor trouxe benefícios para os consumidores? É algo palpável, com o que eles conseguem se identificar? O valor criado pela marca faz com que os clientes se vejam nela? Em outras palavras: eles estão recebendo o que você prometeu? Se a resposta para alguma dessas perguntas for NÃO, corra atrás do prejuízo, corrigindo as falhas e cuidando da satisfação do cliente. Dessa maneira, ele nem vai lembrar que existem concorrentes…
FONTE: Papo de Empreendedor

terça-feira, 29 de setembro de 2015

QUALIDADE TOTAL – O que é E como funciona

Nós já falamos alguma vezes aqui no blog sobre qualidade em processos, no atendimento e na produção de produtos e oferta de serviços. Hoje falaremos um pouco sobre o que é e como funciona a qualidade total.
Sabemos que a qualidade pode ser definida, de forma bem resumida, como “o atendimento pleno das necessidades de um cliente”. E que este atendimento pleno às exigências de nossos clientes depende da implantação de processos de melhoria contínua. Assim, podemos dizer, então, que a qualidade total é uma decorrência da aplicação da melhoria contínua em processos dentro de uma empresa.
É conhecida como “total”, uma vez que o seu principal objetivo é a implicação não apenas de todos os escalões de uma organização, mas também da organização estendida, ou seja, seus fornecedores, distribuidores e demais parceiros de negócios.
Segundo Chiavenato, em sua obra “Introdução à Teoria Geral da Administração, enquanto a melhoria contínua da qualidade é aplicável no nível operacional, a qualidade total estende o conceito de qualidade para toda a organização, abrangendo todos os níveis organizacionais, desde o pessoal do escritório e do chão de fábrica até a alta cúpula em um envolvimento total.
A qualidade total deve ser aplicada a todas as áreas e níveis da empresa, devendo sempre começar do topo, com comprometimento total da alta administração. Este apoio é fundamental para o sucesso da abordagem.

Etapas da qualidade total

A melhoria contínua e a qualidade total são abordagens incrementais para obter excelência em qualidade dos produtos e processos. O objetivo é fazer acréscimos de valor continuamente. De acordo com o mesmo autor, ambas as abordagens seguem um processo composto das seguintes etapas:
  • Escolha de uma área de melhoria;
  • Definição da equipe de trabalho que tratará da melhoria;
  • Identificação dos benchmarks;
  • Análise do método atual;
  • Estudo piloto da melhoria;
  • Implementação das melhorias.
O Gerenciamento da Qualidade Total (Total Quality Management – TQM) é um conceito de controle que atribui às pessoas, e não somente aos gerentes e dirigentes, a responsabilidade pelo alcance de padrões de qualidade. A Qualidade Total está baseada no empoderamento das pessoas (empowerment), que proporciona  aos funcionários a autoridade para tomar decisões que normalmente eram dadas aos gerentes. Assim, os funcionários podem resolver questões sem ter que consultarem seus gerentes a todo o momento, poupando tempo e agilizando a resolução de problemas.
Este processo de empowerment traz diversos benefícios, tanto para a empresa quanto para os clientes, que tem suas necessidades atendidas em pouco tempo. Assim, a empresa economiza tempo e dinheiro, e ainda proporciona a satisfação de seus clientes.
O gerenciamento da qualidade total trouxe técnicas muito conhecidas, entre elas: Enxugamento (downsizing),Terceirização (outsourcing) e Redução do tempo do ciclo de produção.

Os 10 mandamentos da Qualidade Total

Chiavenato nos apresenta, na mesma obra, uma lista chamada “Os 10 mandamentos da Qualidade Total”, que nos reproduzimos abaixo, na íntegra. Confira:
  1. Satisfação do cliente;
  2. Delegação;
  3. Gerência;
  4. Melhoria Contínua;
  5. Desenvolvimento das pessoas;
  6. Disseminação de informações;
  7. Não aceitação de erros;
  8. Constância de propósitos;
  9. Garantia de qualidade;
  10. Gerência de Processos.
FONTE: Sobreadministração

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Por que esta redação tirou nota mil no Enem?

A especialista Andrea Ramal comenta em detalhes por que a redação do candidato João Pedro Maciel Schlaepfer mereceu uma nota mil no Enem 2014 – que teve como tema a publicidade infantil.

Leia a íntegra da redação abaixo (em itálico) e, na sequência, o comentário:
"Quem Sabe o que É Melhor para Ela?

Desde o final de 1991, com a extinção da antiga União Soviética, o capitalismo predomina como sistema econômico. Diante disso, os variados ramos industriais pesquisam e desenvolvem novas formas e produtos que atinjam os mais variados nichos de mercado. Esse alcance, contudo, preocupa as famílias e o Estado quando se analisa a publicidade voltada às crianças em contraponto à capacidade de absorção crítica das propagandas por parte desse público-alvo.

Por ser na infância que se apreende maior quantidade de informações, a eficiência da divulgação de um bem é maior. O interesse infantil a determinados produtos é aumentado pela afirmação do desejo em meios de comunicação, sobretudo ao se articular ao anúncio algum personagem conhecido. Assim, a ânsia consumista dos mais jovens é expandida.

Além disso, o nível de criticidade em relação à propaganda é extremamente baixo. Isso se deve ao fato de estarem em fase de composição da personalidade, que é pautada nas experiências vividas e, geralmente, espelhada em um grupo de adultos-exemplo. Dessa forma, o jovem fica suscetível a aceitar como positivo quase tudo o que lhe é oferecido, sem necessariamente avaliar se é algo realmente imprescindível.

Com base nisso, o governo federal pode determinar um limite, desassociando personagens e figuras conhecidas aos comerciais, sejam televisivos, radiofônicos, por meios impressos ou quaisquer outras possibilidades. A família, por outro lado, tem o dever de acompanhar e instruir os mais novos em como administrar seus desejos, viabilizando alguns e proibindo outros.

Nesse sentido, torna-se evidente, portanto, a importância do acessoria parental e organização do Estado frente a essa questão. Não se pode atuar com descaso, tampouco ser extremista. A criança sabe o que é melhor para ela? Talvez saiba, talvez não. Até que se descubra (com sua criticidade amadurecida), cabe às entidades superiores auxiliá-la nesse trajeto."


Análise da redação, por Andrea Ramal
Como você verá, o candidato já começa bem: o título do texto é instigante, pois desperta a curiosidade do leitor: de quem se fala? Além disso, sutilmente coloca a questão que irá discutir ao longo do texto.

No parágrafo de introdução, o autor situa o tema no contexto. Em vez de usar um “chavão”, como por exemplo: “Desde os tempos mais remotos”, ele localiza o que vai citar no tempo e no espaço. Demonstra conhecimento histórico, pois se refere à dissolução da União Soviética e às relações disso com o capitalismo. Apresenta o contraponto que irá discutir: se por um lado o mercado precisa crescer, por outro, a publicidade voltada ao público infantil preocupa famílias e Estado.

Em seguida, o candidato mostra o risco da publicidade dirigida às crianças, com três argumentos: é na infância que se apreendem mais informações; os meios de comunicação atiçam o desejo por produtos; as propagandas articulam produtos a personagens infantis.

Depois, ele reforça a argumentação já exposta, por exemplo afirmando que a capacidade crítica da criança ainda é baixa, por ter vivido poucas experiências. Na última frase do desenvolvimento, já não há como não concordar com o autor na ideia de que a criança é uma vítima fácil da sociedade de consumo.

Para finalizar, o autor apresenta suas propostas de intervenção social: para ele, o governo federal deve colocar limites na publicidade infantil em todos os meios em que ela acontece; e a família deve cuidar da educação dos desejos e colocar limites nos anseios consumistas desde cedo.

O último parágrafo funciona como reflexão final: como não é possível afirmar ao certo se a criança pode discernir sem ajuda dos adultos, o mais indicado é mesmo protegê-la e ajudá-la a conquistar sua autonomia. Com isso o autor dá sentido ao título, que perguntava “quem sabe o que é melhor para ela?”.

Note que o texto tem pequenos erros de português, mas eles foram relevados pelos avaliadores pois considerou-se que isso não atrapalhou a qualidade do texto, prevalecendo a nota máxima.

Fonte: G1

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Consiga um novo emprego mesmo em tempos de crise

Em tempos de crise, se manter no atual emprego é um desafio, porém, para quem está disponível no mercado à procura de um emprego, o desafio pode ser maior ainda.
Muitos são os desafios que um profissional desempregado precisa vencer para conquistar uma recolocação no mercado de trabalho. O mesmo vale para quem está empregado e deseja mudar de emprego. Por isso, estar preparado para enfrentar estes percalços fará com que você se destaque dos inúmeros concorrentes.
E a crise pode sim ser uma grande oportunidade de mudança, nos ajudando a perceber os pontos que precisamos aperfeiçoar. Aspectos estes que em tempos de bonança poderiam não ser notados. Por este motivo, em momentos turbulentos, precisamos encontrar novas formas de fazer aquilo que fazemos há anos da mesma maneira.
Um exemplo disto é a forma como procuramos emprego.  Os sites de vagas chegaram no Brasil há mais de 15 anos, e desde então o processo para encontrar emprego tem sido sempre o mesmo: atualizar o currículo, enviar para os amigos, procurar vagas nos sites de busca de emprego e das empresas, divulgar no LinkedIn e assim por diante.
O problema deste velho hábito é que o profissional apenas senta e espera ser chamado, apoiado em suas inúmeras formações, graduações, certificados e etc. Porém, atualmente, a quantidade de diplomas não é mais um fator tão determinante na hora da contratação, uma vez que os empregadores estão cada vez mais seletivos e criteriosos.
Então, como se destacar neste processo seletivo?
Existe uma diferença muito grande entre “sentar e esperar ser contratado” e “correr atrás e conseguir um bom emprego”. A melhor maneira de se destacar num processo seletivo atualmente é justamente desenvolver a habilidade de buscar e conseguir um novo emprego. E acredite ou não, existe um método para isso…
Ensinar os profissionais a utilizarem esse método para conquistar um novo emprego é a proposta da www.formuladoemprego.com.br. Um treinamento exclusivo com foco  em ensinar, de forma totalmente online, o que um profissional deve fazer para conseguir um novo emprego, mesmo em tempos de crise como a que vivemos atualmente.
Muito mais do que oferecer dicas para entrevista de emprego, currículo, negociação de salário, posicionamento, postura profissional etc., o método visa o desenvolvimento da habilidade focada em aumentar diretamente a empregabilidade das pessoas.
Essa metodologia de desenvolvimento pessoal e profissional é muito útil não só para quem está desempregado, mas também para aqueles que estão insatisfeitos com seu emprego e desejam uma mudança significativa em sua carreira.
Por isso, se você se enquadra nos perfis acima, ou se conhece alguém que pode ser beneficiado pelas dicas oferecidas, eu recomendo que você conheça “A fórmula do emprego”.
Torne-se um profissional desejado pelas empresas e aprenda como conquistar seu emprego mesmo quando a vaga desejada ainda não foi oficialmente divulgada.
Acesse www.formuladoemprego.com.br e conheça a metodologia que aumentará ainda mais a sua empregabilidade.
*A Fórmula do Emprego é uma solução criada pelo Career Expert, portal especializado em carreira e empregabilidade. Visite o site e cadastre-se para receber conteúdo gratuito e de alta qualidade.
FONTE: sobreadministração.com

domingo, 6 de setembro de 2015

Planejamento e humildade para empreender

Um grande número de  profissionais recém demitidos de seus empregos vislumbram a oportunidade de terem sua própria empresa, com os seus próprios funcionários, e principalmente, sem terem um chefe. Como conseguiram acumular uma quantidade considerável de capital ao longo de muitos anos de trabalho, decidem por pegar esse dinheiro e fazer um investimento, aplicando muito em seu novo empreendimento.
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Geralmente, todo o processo de planejamento da empresa é feito pela própria pessoa, o empreendedor, que na maioria das vezes se considera capaz de prever qual a necessidade do mercado, a melhor forma de gestão de pessoas, toda a logistica inerente ao processo, as normas para adequação da empresa etc.
Parece que estou falando mal desses profissionais que tentam buscar novas oportunidades, acreditando em seu potencial. Longe disso, minha intenção com este texto é abordar um ponto crucial para a abertura de uma empresa – o planejamento – e principalmente a arrogância do empresário.
A partir de uma ideia bem trabalhada, o próximo passo é elaborar um plano de negócio (business plan) bem feito, em que todas as suas opiniões sobre o empreendimento sejam gravadas, a fim de que você possa visualizar “de fora” todo o cenário no qual a sua empresa irá operar.
Dedicar tempo a essa atividade é crucial para o seu sucesso inicial. Mas, levar “uma vida toda” preenchendo os espaços que restam, pode dificultar a sua inserção no mercado. A ideia é buscar um equilíbrio, tentando ao mesmo tempo em que amadurece os seus pensamentos, neste documento, partir para ação e executar as primeiras atividades de sua empresa. O plano de negócio tem de ser um instrumento presente em toda a vida da empresa, sendo dessa forma atualizado e repensado de tempos em tempos.
A boa notícia
Atualmente, existem muitas organizações de apoio a empreededores, inclusive softwares para elaboração de planos de negócio. Basta uma rápida procura pela internet que você terá uma lista de programas computacionais para lhe auxiliar nessa etapa fundamental para o sucesso de sua empresa. E se preciso não hesite em buscar apoio, não importando o estágio de vida em que o negócio se encontra. Quando se trata do seu dinheiro e do seu tempo, que ali estão sendo investidos, a melhor coisa a se fazer é contar com parcerias e com a boa vontade da sua rede de contatos.
Dificuldade para enxergar falhas
Um dos fatores que mais dificulta a visualiação de possíveis erros ao criar um business plan, é o sentimento do empreendedor de que ele tem pleno domínio sobre todos os setores de sua empresa. Humildade faz bem em todos momentos e nesse, em especial, é fundamental para que você não invista seu dinheiro de forma errada.
Dedicar tempo a sanar as suas dúvidas e a se atualizar sobre as diferentes áreas administrativas da empresa te dará mais segurança para ousar no mercado e um sentimento de que ainda há muito a aprender para empreender de forma bem sucedida.
FONTE: Bruno biscaia; autor do livro "Dinheirama".

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Microempreendedor Individual – Veja como se formalizar

Se você faz parte dos 31% dos brasileiros que sonham em ter o seu próprio negócio, se tornar um Microempreendedor Individual pode ser a melhor forma de fazer seus sonhos virarem realidade. 
Se você trabalha por conta própria, possui faturamento máximo de R$ 60.000,00 por ano, não tem  participação em outra empresa como sócio ou titular, então é possível se formalizar como Microempreendedor Individual (MEI).
Trabalhando como MEI, você pode ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria. Além de poder se registrar no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilita a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais.

Quanto custa ser MEI?

Além disso, o MEI será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL).
Assim, pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 40,40 (comércio ou indústria), R$ 44,40 (prestação de serviços) ou R$ 45,40 (comércio e serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo.

Benefícios

Com essas contribuições, o Microempreendedor Individual tem acesso a inúmeros benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.
Confira abaixo mais vantagens de ser um Microempreendedor Individual:
  • Cobertura Previdenciária;
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domingo, 30 de agosto de 2015

Porque o Brasil está em Crise

POR QUE O BRASIL ESTÁ EM CRISE?

A crise que o Brasil está atravessando é muito fácil de ser explicada. Vem da postura da presidência da República que, atualmente, está levando o Brasil a um fracasso financeiro tão grande como o fez o ex-presidente Ernesto Geisel na recessão e no endividamento aos quais ele levou o país. Estamos em recessão e isso nos levará a um grande endividamento (aliás, as raízes do MST e de vários outros pontos absurdos apoiados pelo partido da bandeira vermelha têm suas raízes vindas desde Giesel, que só apoiou a abertura política pra agradar o povão, afirmando que o brasileiro sentiria falta da ditadura militar). E talvez o problema atual será até maior que tal comparação, pois, apenas por exemplo, o Brasil nunca experimentou mais de um ano de recessão do PIB, como agora acontecerá.

Mas a explicação para a atual crise financeira é simples. O melhor presidente que o Brasil teve em nossa geração foi um homem chamado: Fernando Henrique Cardoso. Isto, não por um acaso, mas por sua experiência, preparo cultural e formação acadêmica. Creio que o presidente mais culto que também já tivemos. Pesquise e conheça a biografia e o currículo dele. O resultado foi que, financeiramente, ele transformou o Brasil de uma jangada num avião. E decolou forte, estabilizou o voo, e nos deixou em segurança. Mas seu turno como piloto terminou. Ele precisou colocar o Boeing no automático e entregá-lo a um próximo “piloto” que tinha apenas um curso para andar de bicicleta, e que só segurou o Brasil porque o mesmo estava no piloto automático. Isso eu já dizia para os meus amigos que se encantavam com a política destas últimas gestões presidenciais: “amigo, o avião estão planando, mas com alguém que não sabe pilotar; uma hora a gasolina vai acabar, e aí virá o caos”. Eles riam, e não acreditavam. Agora está provado. Aqueles que se sentaram na cadeira de pilotagem estão com o tanque vazio, não têm como segurar a nave no ar e não sabem como aterrissá-la.

Meu amigo, se eu quiser aparecer na sua casa na semana que vem dirigindo uma BMW eu posso fazer isso. Mas deixe-me tentando ficar de posse de tal carro por dois anos e depois volte à minha casa pra ver como estará a minha família. Pra angariar os muitos votos que vêm do povão, os governantes quiseram dar a tal povão o padrão irreal para a as condições do Brasil. Isto está mais para falta de responsabilidade do que de capacidade. Tentando alcançar popularidade, alcançaram o maior índice de reprovação popular já registrado.

E, com essa “capacidade” toda, o Partido dos Trabalhadores, em vez de falar ao potencial trabalhador: “Levante-se, reaja, vamos trabalhar, pois vamos ensinar-lhe a ganhar dinheiro e conquistar benefícios”, disse-lhe: “Acomode-se na lei do mínimo esforço, e vamos saquear o tesouro nacional para dar-lhe dinheiro e supostos benefícios”. E assim, por anos, sagraram a vaca em pé, até o esgotamento extremo. Hoje, os “beneficiados” não conseguem reagir porque não aprenderam algo diferente da ociosidade. Formou-se uma cultura. E agora, os que são de fato trabalhadores é que vão pagar a conta porque são os únicos dos quais ainda se poderá sugar algo mais. Esta é a razão pela qual estamos em crise. 'É uma crise social'.

Portanto, como se tratou de um processo de formação comportamental ao longo de mais de uma década, uma crise como essa não se resolve com manobras administrativas financeiras. Vamos precisar de outros tantos anos, para, talvez, nos reerguermos, com novas mentalidades e comportamentos que poderão se formar através e a partir do presente caos. Sem contar as tamanhas lacunas que tais últimos governos deixaram abertas para que tantos recursos fossem roubados. Pois a corrupção também é um fator cultural que precisa esperar, no mínimo, a chegada de uma nova geração, talvez, diferente. Não estamos mais sob o comando do piloto automático nem planando. Nosso avião está em queda livre, e, por enquanto, não há quem o segure.

Porque estou comentando isso? Para fazer campanha política, ou dar preferência a este ou àquele? Não. Em primeiro lugar, é bom ter consciência desse atual quadro do nosso país para não alimentar falsas esperanças. Reajuste a sua vida para esbanjar menos, economizar mais, ter mais saúde e trabalhar dobrado, pois a bonança não virá tão cedo. Mas se você apertar a chincha desta forma,
poderá sobreviver ao trote. E também, estou fazendo essa reflexão para que você entenda que precisamos de nova mentalidade, mudança de ações, novos comportamentos e inovação na nossa postura em influenciarmos as demais pessoas em toda essa nossa renovação.

Sabe o que é mais legal de tudo isso? É que no evangelho está a solução para tudo isso. A Bíblia nos ensina a ética, a administração sábia, o uso da liberdade de consciência, a capacidade de pensar abertamente em análise (para saber votar, por exemplo), a diligência nos tempos de tempestades, a sabedoria para sobreviver às crises, o esmero para com a economia e o trabalho e, acima disso tudo, a esperança para um mundo melhor.

Seja cristão de verdade, e será o primeiro, grande, maior e principal passo para sobreviver não somente à atual crise, mas a este próprio mundo em que vivemos.

Que Deus lhe abençoe.

FONTE: Pastor Valdeci Jr.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

O empresário e as finanças pessoais

Empresário, como você controla as suas finanças pessoais? Você consegue separar o que é empresa de pessoa física?
Encontro com várias pessoas que possuem um negócio, e que não conseguem separar as contas da empresa das contas pessoais. Isto pode ser uma fonte causadora de problemas para ambos os lados. Separar as contas é muito importante.

Um comerciante que atua no ramo do comércio de roupas infantis, me ligou dizendo que desde o início do Plano Real as suas vendas só estão caindo, e que ele está a quatro anos no cheque especial. Logicamente ele culpou o Fernando Henrique, o Lula, o Pedro Malan, Palocci etc., porém, pude constatar que mesmo estando no cheque especial ele estava reformando a sua casa e também andando em um carro no valor de R$ 30.000,00. Vocês não acham uma grande incoerência andar de carro legal e estar no cheque especial da empresa?

Todo dono de empresa deve ter na mão hoje um fluxo de caixa atualizado. A tomada de decisão tem que ser baseada no fluxo de caixa da empresa. Estoque parado dentro da empresa, também pode significar dinheiro parado. E se o empresário estiver usando dinheiro emprestado como o cheque especial, o estoque pode estar sendo reajustado automaticamente pelos juros pagos.

Isto merece muito cuidado, pois a margem de lucro na empresa está bastante reduzida, na maioria dos casos, devido à competitividade do mercado. Se você está no mercado competitivo onde o preço de venda é praticamente igual, como você deve se diferenciar do seu concorrente? Simplesmente comprando melhor.

Quem tem dinheiro para comprar à vista, tem mais poder de negociação e pode comprar melhor. Esta é a diferença em relação à concorrência. Mas como comprar à vista? Administrando bem o fluxo de caixa, e não se esquecendo de que dinheiro não está fácil de ganhar, portanto, você deve dar maior valor a todo dinheiro que sai do seu bolso.

Viva em paz com seu dinheiro.